‘Canibais’ que viveram na PB e vendiam coxinha de carne humana serão julgados em Recife

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O trio é acusado de matar, esquartejar e consumir as vítimas
Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva, acusados de realizar assassinatos em série no ano de 2012 serão julgados pela morte de duas mulheres. A ação acontecerá no dia 23 de novembro, no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, na área central do Recife, em Pernambuco. Conhecidos mundialmente como “Canibais de Garanhuns”, o trio é tido como responsável pela morte, esquartejamento e consumo de carne humana.
Além dos crimes, indícios constaram que o grupo morou no Conde, Litoral Sul da Paraíba. Em depoimento, eles afirmaram que mataram 8 mulheres ao todo, sendo uma delas na Paraíba. Entretanto, somente dois cadáveres foram encontrados até hoje com um terceiro caso confirmado. Os restos mortais das vítimas estavam enterrados no quintal da casa dos suspeitos, em Pernambuco.
Os crimes pelos quais o trio é responsabilizado aconteceram entre os meses de fevereiro e março de 2012. O julgamento aconteceria inicialmente no dia 26 de abril deste ano, em Garanhuns, no Agreste pernambucano. Mas, a pedido da defesa, o Tribunal de Justiça do estado (TJPE) deferiu a solicitação e transferiu o julgamento para a capital pernambucana.
A denúncia e as vítimas em questão
Identificadas como Alexandra Falcão da Silva, 20 anos, e Giselly Helena da Silva, 31 (na época), as duas foram atraídas para a casa dos acusados onde deveriam trabalhar como babás. Investigações constaram que elas foram assassinadas, esquartejadas e tiveram partes das carnes das coxas, pernas, braços, nádegas e fígado retiradas e consumidas. Há também a suspeita de que os acusados venderam salgados como coxinhas utilizando carne humana.
Primeira condenação
No ano de 2014, o trio foi condenado pela primeira vez. Eles foram condenados por um homicídio quadruplamente qualificado. A vítima foi Jéssica Camila da Silva Pereira, de 17 anos. O caso aconteceu na cidade de Olinda. Ela teria sido a primeira vítima do trio.
No julgamento, Jorge pegou pena de 23 anos de reclusão. Isabel e Bruna (cada) pegaram 20 anos de prisão.
Atestado de sanidade
Também em um dos depoimentos, o trio teria informado possuir problemas mentais. Contudo, exames específicos foram realizados e os respectivos laudos apontaram que todos tinham consciência daquilo que estavam cometendo. Rituais macabros podem ter sido uma das causas da ação criminosa do grupo.

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