FRAUDES EM CONCURSOS PÚBLICOS! EXTINÇÃO FUTURA DOS CLONES DE CANDIDATOS

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No Brasil a corrupção quer virá normalidade, porém existe maior parte da sociedade que não se dobraram a esse estilo de conseguir seus objetivos com fraudes. Muitos cidadães de bem ver nos concursos públicos um novo horizonte para melhorar suas vidas, mas além de ter que estudar muito, comprar materiais, perder muitas noites de sono, ter que conciliar tempo para os estudos, família, lazer e trabalho, precisa concorrer com os fraldadores e corruptos.
Um dos esquemas atuais é o seguinte, existem uns agentes que coordena a quadrilha, procurando os interessados para comprar o serviço de clonagem, quando encontram, cobram parte do serviço para falsificação do RG e o pagamento de toda equipe só sai depois do resultado de classificação, o clone ( especialista em concurso) vai com a identidade falsificada e faz a prova no lugar do então candidato, só que na hora da entrega da documentação dos exames admissionais, quem aparece é o estudioso fraudulento e sem consciência, na qual é o contrante da quadrilha no ramo das fraudes em certames, aí já se sabe como é no Brasil, as coisas que acontece na Europa vem ocorrer no Brasil depois de 200 anos. O candidato escrito que pagou ao clone para fazer a prova em seu lugar no concurso, se apresenta e toma posse sem comprovar a sua identidade pela digital feita no dia da prova, ou seja, se realmente foi ele mesmo que resolveu a prova, e aí nessa falha de algumas bancas e do Estado de só exigir a identidade, as quadrilhas fazem a festa e os corruptos pegam carona, prejudicando a qualidade e a segurança dos serviços públicos prestados a sociedade. Mas depois que o TRE vem cadastrando as digitais dos eleitores e descobrindo fraudes nos eleitores com seus vários títulos, pode ser que no futuro suja uma lei especifica que sirva para a comprovação da identidade real dos candidatos de concursos públicos, tanto na entrada para realizar a prova, como na posse; porque em muitos concursos as bancas não exigem nem as digitais, resultando para quem estuda prejuízo.
EDIÇÃO: JOSIVAN SANTOS

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