General Mourão volta a cena e fala em intervenção militar, mas qual é a saída para o Brasil?

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Se fosse inserido em qualquer meio de comunicação uma matéria apoiando, incentivando ato de terrorismo contra os poderes constituintes, Legislativo, Executivo e Judiciário, existiria um rastreamento quasse que instantâneo pela a PF contra o divulgador da seguinte matéria. Agora quando é inserida uma matéria que mostra a solução para os problemas da nação brasileira, a pouca repercussão. O grande problema da nação brasileira está ligado diretamente ao abandono da fé em Deus, com a desculpa de uma nação laica e que se proíbe um posicionamento pleno da nação para adorar ao Deus que fez os céus e a terra, pois fora dele não há. Fica evidente a necessidade de respeitar a minoria e os que pensam diferente, mas a nação tem que possuir um posicionamento respeitosa para Deus. Fala-se em um país laico, porém na prática municípios, estados, tem seus portais de entrada de cidades com imagens e esculturas de representação religiosa, prefeituras, escolas e departamentos com suas estatuas de Santos e o Cristo em uma cruz; cadê o país laico de verdade, editar essa matéria é igual o operário que perde suas noites de sono para trabalhar na transposição do São francisco e saber que água nunca vai chegar e a obra do trem nordestino é só para ele desfilar, é como nadar contras as ondas, mas ter que supera-la. O Brasil só vai sair da crise espiritual, politica e moral, quando a nação ter o mínimo de respeito a Jeová, a Jesus seu filho e ao Espirito Santo, sem jamais esquecer seu próximo. Quem furta merenda escolar, se apossa de verbas  públicas, perde propina na retirada da carteira CNH, vende o voto eleitoral, compra prova de concurso e etc, não pode reclamar do político que fez-se de artista do ilícito para chegar nos poderes, sendo de forma que resulte em prejuízo a toda nação. A saída para a nação brasileira é servir e obedecer a Deus e retirar o egoísmo da alma e gastar o dinheiro público não só em ações repressivas, como contratações de mais policiais, agentes, construções de presídios, não; devemos agir primeiro preventivamente, com mais escolas estruturadas, com visitas e suportes as famílias dos alunos vítimas da distruração familiar, realizando atendimentos com profissionais da psicologia, psiquiatria, assistentes sociais e outros meios possíveis, por que isso é direito até do preso no Brasil; valorizar acima de tudo o Professor, cuidar da educação como se cuida do futuro e não como se faz hoje pelo o governo, um sistema preocupado com números, cálculos e faz de conta que te ensino e eu finjo que estou aprendendo. Nadar contra as ondas não é tarefa fácil, porém é preciso se manifestar. Dignidade, legado, zelo pelo nome ainda é importante,  não se deve jamais ser um artista antagônico nas mãos de Lúcifer, pois dinheiro pode comprar muitas coisas, mas não compra o amor de uma pessoa, a paz, a dignidade, a ética, moral, até por que o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males. Brasileiros andemos com o sentimento de que não podemos mudar o mundo, mas andemos com a certeza de está fazendo a sua parte.

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