Conheça o perfil dos 8 deputados federais mais coerentes de Pernambuco

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Em política, como na vida, a coerência é um caminho sem volta. Funciona mais ou menos como a virgindade. Perdeu, perdida está. Não dá segunda safra,escreveu Josias de Souza na sua coluna da UOL. Há na Câmara 513 deputados. Apenas 108 —ou 21% do total— votaram coerentemente a favor da cassação de Eduardo Cunha, do impeachment de Dilma Rousseff e da continuidade do processo contra Michel Temer por corrupção passiva. 
Entre os parlamentares pernambucanos estão eles.
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André de Paula-PSDFilho de André Carlos Alves de Paula e Maria Cândida Moura Alves de Paula.
Formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco em 1986.
Iniciou a sua vida política-partidária, ainda estudante, quando em 1982 se filiou ao PDS, permanecendo até 1988, ano em que se filiou ao Partido da Frente Liberal. No PFL conquistou seu primeiro mandato eletivo, o de vereador constituinte e em segunda, o de deputado estadual, em 1991. Em 1999 assumiu pela primeira vez uma cadeira na Câmara dos Deputados, hoje cumpre seu sexto mandato filiado ao Partido Social Democrático (PSD) desde 2011.
No executivo Estadual comandou as secretarias do Trabalho e Ação Social do e de Produção Rural e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco.
Atualmente, é Presidente Regional do Partido Social Democrático (PSD) em Pernambuco.
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Betinho Gomes-PSDB, Filho do também político Elias Gomes, que foi prefeito do Cabo de Santo Agostinho por três mandatos, e atualmente é o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Betinho iniciou seus estudos na Escola Polivalente Emídio Cavalcante, em Ponte dos Carvalhos, onde viveu grande parte de sua infância. É formado em Agronomia pela UFRPE e pós-graduado em Gerenciamento de Cidades pela Universidade de Pernambuco UPE.
Casado com Anna Cecília Vilaça, Betinho é pai de dois filhos, Pedro e Isadora.
Concorreu pela primeira vez uma eleição em 2002, elegendo-se Deputado Estadual pelo PPS com 27.211 votos. Em 2006 tentou a reeleição, e apesar de manter sua votação em 27.675 quase a mesma de 2002, não obteve êxito, ficando sem mandato até 2010, quando foi eleito novamente deputado estadual com 65.792 votos, já pelo PSDB.
Disputou duas vezes consecutivas sem sucesso a prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, em 2008 perdendo para Lula Cabral, e em 2012 sendo derrotado por Vado da Farmácia.
Em 2014 foi eleito Deputado Federal pelo PSDB com 97.269 votos, assumindo mandato em Brasília desde fevereiro de 2015.
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Daniel Coelho-PSDB é filho do ex-deputado João Ramos Coelho e de Maria Izabel da Cruz Pires Coelho. É casado com Rebeca Cristina de Medeiros Magalhães Coelho, com quem tem um filho, Lucas. É formado em Administração pela Universidade de Pernambuco (UPE) e tem mestrado, na mesma área, na Universidade de Bournemouth, na Inglaterra, onde morou entre 2000 e 2001.[3]
As disparidades sociais entre o desenvolvimento da Europa e a situação do Brasil o estimularam a entrar na vida pública, com a proposta de fazer uma política diferenciada, com maior participação popular e independência. Foi eleito Vereador do Recife por dois mandatos consecutivos, em 2004 e 2008. Logo em seguida foi Deputado Estadual de Pernambuco, eleito em 2010, com 47.533 votos. Nas eleições de 2014, foi eleito Deputado Federal por Pernambuco com 138.825 votos, sendo o sexto candidato mais votado.
Desde que ingressou na vida pública, em 2003, a principal bandeira de Daniel Coelho tem sido o meio ambiente.
Na Câmara Municipal do Recife, teve aprovados vários projetos ambientalistas, como o programa para redução gradativa do número de veículos de tração animal na cidade (Lei nº 16.680/10); o disciplinamento da arborização urbana (Lei nº 17.666/10); e a inclusão da disciplina de educação ambiental na grade curricular das escolas públicas municipais (Lei nº 17.300/07).
Na Assembleia Legislativa de Pernambuco, outros projetos na linha ambiental também já viraram lei, a exemplo do que determina a instalação de recipientes coletores para reciclagem de óleo vegetal (Lei Nº 14.378/11); o que obriga estabelecimentos a darem prioridade a quem usa sacola retornável (Lei Nº 14.396/11); e o que institui o Dia Estadual da Educação Ambiental (Lei Nº 14.377/11).
No primeiro recesso da legislatura, em julho/2011, Daniel Coelho percorreu várias regiões do Estado defendendo o uso de fontes de energia limpa e se posicionando contra a instalação de uma usina nuclear no município de Itacuruba, no Sertão do São Francisco, noticiada pela imprensa como a primeira do Nordeste. Também tem se manifestado contra as fontes poluentes, em plenário, com frequência.
A atuação de Daniel Coelho como militante das causas ambientais e fiscalizador das contas públicas o levou a ser escolhido para liderar o Bloco de Oposição na Câmara Municipal do Recife, que voltou a existir após três anos sem representatividade.
Também foi presidente da Comissão de Meio Ambiente, Transporte e Trânsito da Câmara. Em seis anos de atuação, apresentou 495 matérias legislativas, entre projetos, emendas e requerimentos em geral.
Na Alepe, Daniel Coelho foi indicado para liderar a bancada de oposição, mas acabou impedido de assumir a função porque o partido ao qual era filiado, o Partido Verde-PV, passou a fazer parte do Governo do Estado. Tornou-se membro titular das comissões de ConstituiçãoLegislação e Justiça e de Meio Ambiente.
Em reportagem do Diário de Pernambuco (em 22 de maio de 2011) foi apontado como o deputado mais assíduo do Estado. Também foi citado (em 10 de julho de 2011, no Diário de Pernambuco) como um dos parlamentares mais atuantes entre os novatos.
Daniel Coelho militou durante nove anos no Partido Verde (PV), ao qual se filiou pela afinidade às bandeiras ambientalista e de independência.[4]
Após uma série de conflitos e divergências, o deputado (único eleito pela legenda) deixou o partido. Não se conformou com o fato de o PV ter aderido ao Governo do Estado depois de participar da campanha eleitoral como partido de oposição.
No dia 15 de setembro de 2011, Daniel filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em um grande ato público, que lotou o Teatro Boa Vista, e oficializou sua participação na bancada de oposição da Alepe.
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Pernambucano nascido em Surubim, no Agreste de Pernambuco, Danilo Cabral-PSB, é formado em Direito pela UFPE, com especialização em Direito Administrativo (UFPE) e em Administração Pública (UPE). Filiado ao PSB desde 1990, é Auditor concursado do tribunal de contas do Estado de Pernambuco.  
Danilo é um gestor com larga experiência em gestão pública, tendo ocupado vários cargos entre eles o de diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Governo do Estado (1995) e diretor de administração geral da Secretaria da Fazenda de Pernambuco (1996). Assumiu também a diretoria geral do Tribunal de Contas de Pernambuco (1999) e logo depois a Secretaria de Administração do Recife (2001-2003). Deixou o cargo para disputar um mandato de vereador (2004). Foi eleito com mais de 10 mil votos.
Em 2006, foi responsável pela coordenação geral da campanha vitoriosa de Eduardo Campos ao Governo do Estado. Em 2007, assumiu a Secretaria de Educação de Pernambuco. Em 2010, Danilo foi eleito deputado federal em 2010 e, atendendo a nova convocação do governador Eduardo Campos foi designado para responder pela Secretaria das Cidades - uma pasta responsável pela mobilidade, infraestrutura urbana das cidades e pela política habitacional do Estado.
Voltou à Câmara Federal em abril de 2014, quando compôs, como membro titular, a Comissão de Educação da Casa. Concorreu à reeleição de deputado federal, sendo eleito com 113.588 votos. No ano seguinte, foi convidado pelo governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara, para assumir a Secretaria de Planejamento e Gestão, cargo que ocupa até hoje.
Em todas as funções que ocupou, Danilo sempre teve as marcas da ética, transparência, capacidade de diálogo e compromisso social.
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Gonzaga Patriota-PSB (Sertânia26 de março de 1946) é um advogado e político brasileiro. Atualmente é deputado federal pelo Partido Socialista Brasileiro de Pernambuco.
Formado em bacharelado em Ciências ContábeisFortaleza em 1972 e direito em 1978. Iniciou sua vida pública ainda como estudante e membro do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) desde 1968, em 1980 o partido passou a ser chamado de Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Encontra-se filiado ao Partido Socialista Brasileiro desde 1994.
Suas campanhas em Pernambuco sempre buscaram vincular sua imagem à defesa de um abrandamento da legislação contra o trabalho informal; principalmente ambulantes e transporte público irregular.
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Jarbas Vasconcelos- PMDB, Filho de Carlindo de Moraes Vasconcelos e Áurea de Andrade Vasconcelos, mudou-se para Recife aos sete anos de idade juntamente com seus pais e oito irmãos.
Na capital deu início à sua vida escolar ingressando na Universidade Católica em 1964, após dois anos servindo ao Exército. Uma vez no ambiente acadêmico abraçou a militância política sendo um dos fundadores do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) no qual ingressou em 1966 e dois anos depois receberia o título de bacharel em Direito conciliando a advocacia e a política. Eleito deputado estadual em 1970 e deputado federal mais votado em 1974, preparou um ousado lance com vistas as eleições de 1978, quando foi candidato a senador, disputando a vaga destinada à eleição pelo voto direto (a outra seria preenchida por meio de eleição indireta conforme emenda constitucional vigente) contra dois representantes da ARENA, Nilo Coelho, ("sublegenda um") e Cid Sampaio ("sublegenda dois"). Em uma eleição marcada por denúncias de irregularidades e cuja apuração se estendeu por quase um mês, o TRE divulgou o resultado dando vitória a Nilo Coelho, segundo o critério da sublegenda já que a sua votação e a de Cid Sampaio excediam a de Jarbas Vasconcelos por quase quarenta mil votos, embora o representante da oposição tenha sido o mais votado em termos individuais. O absurdo proporcionado por uma legislação eleitoral tão casuística repercutiu junto à grande imprensa, a ponto de a Folha de S.Paulo estampar em manchete: "Jarbas, o que perdeu mas ganhou". Extinto o bipartidarismo, Jarbas Vasconcelos ingressou no PMDB sendo eleito deputado federal em 1982.
Na eleição de 1982, primeira direta para governador após o golpe militar de 1964, Jarbas Vasconcelos decide apoiar o senador Marcos Freire. Pela primeira vez contraria o ex-governador Miguel Arraes, que gostaria de disputar o pleito como candidato a governador naquele ano. Miguel Arraes tinha sido o último governador eleito diretamente antes do golpe militar de 1964, tendo sido deposto e cassado depois disso, chegara do exílio em 1979 e ainda apresentava um forte legado popular, principalmente entre os trabalhadores rurais.
Jarbas Vasconcelos participou ativamente da campanha para as eleições democráticas à presidência da República, as "Diretas Já" em 1984, porém não concordou com as eleições indiretas à presidência, que ocorreu em 1985. No dia das eleições indiretas, não compareceu ao Congresso Nacional, apesar de apoiar o candidato de seu partido, o ex-governador de Minas Gerais Tancredo Neves. Este fato foi explorando intensivamente por seus adversário políticos nas eleições municipais de 1985. Jarbas Vasconcelos foi eleito Prefeito do Recife em 1985, nas primeiras eleições diretas para o cargo desde o fim do Regime Militar de 1964, entretanto seu triunfo foi precedido por um percalço que por pouco não inviabiliza a sua candidatura já que fora derrotado pelo deputado federal Sérgio Murilo na convenção do PMDB e sem espaço na sua legenda buscou abrigo no PSB e formou a "Frente Popular do Recife", uma coligação cujo esteio se baseava tanto em sua figura quanto no apoio da maior parte do PMDB e no apoio de legendas como o PT e o PCdoB. A 26 de Novembro de 1987 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.[1] Vitorioso nas urnas, retornou ao PMDB o mais rápido possível e ocupou a presidência nacional da legenda quando das eleições presidenciais de 1989, logo após findar o seu mandato de prefeito. Militante histórico da legenda, sua ascensão ao posto se deu em razão da candidatura de Ulysses Guimarães ao Palácio do Planalto. Candidato ao governo do estado em 1990, foi derrotado pelo candidato do PFL, Joaquim Francisco, o mesmo que o antecedera na prefeitura e que derrotara seu candidato nas eleições municipais de 1988, quando retornou ao cargo pelo voto popular. Após essa eleição rompe politicamente com Miguel Arraes por discordar de seu posicionamento durante o processo eleitoral. A imprensa local especulou à época que Jarbas Vasconcelos queria Arraes candidato a senador em sua chapa, o que fortaleceria sua candidatura ao governo estadual conquistando os votos dos simpatizantes de Miguel Arraes, que preferiu sair candidato à Câmara dos Deputados, para ampliar o número de parlamentares do PSB, partido ao qual se filiara ao deixar o PMDB. Em 1992, Jarbas Vasconcelos foi eleito para o seu segundo mandato como Prefeito do Recife, derrotando nomes como os de Eduardo Campos – o neto e herdeiro político de Miguel Arraes – e André de Paula, o candidato oficial do governador Joaquim Francisco.
Em suas duas gestões como prefeito, Jarbas Vasconcelos incentivou um modelo de gestão com ampla participação da população através do programa "Prefeituras nos Bairros". Muitos consideram esse programa como a base do orçamento participativo que será implementado em muitos municípios do Brasil nas décadas seguintes.
Com Miguel Arraes de novo em evidência, as alianças políticas de Jarbas Vasconcelos se voltam para seus antigos adversários pefelistas, formando uma coligação partidária entre o PMDB e o PFL, chamada de "União por Pernambuco". A nova coligação o consultar sobre uma possível candidatura ao governo do estado em 1994, porém o mesmo decide permanecer no cargo de prefeito. Nessa eleição a "União por Pernambuco" lança o ex-governador e deputado federal Gustavo Krause que disputou a eleição pelo PFL, que perde a eleição para o ex-governador e deputado federal Miguel Arraes. Ciente quanto a necessidade de alterar os rumos do jogo político apóia a candidatura do também pefelista Roberto Magalhães à sua sucessão na prefeitura e assim mantém uma aliança com o então PFL (hoje DEM) nas eleições para o governo do estado tanto em 1998 (impedindo a reeleição de Arraes) quanto em 2002 (nesse ano chegou a ser cotado como candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, convite do qual declinou). Disputa a reeleição em 2002 vencendo com mais de 60% dos votos. Após sete anos no comando do estado renunciou ao mandato em 31 de março de 2006 para disputar, com sucesso, uma cadeira no Senado Federal. Jarbas Vasconcelos passou o governo para Mendonça Filho que perdeu a reeleição para o então deputado federal Eduardo Campos no 2 turno. Esse fato, bem como a perda da Prefeitura do Recife após as eleições do ano 2000 e a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva em outubro de 2006, colocou o grupo político de Jarbas Vasconcelos na oposição aos dirigentes de Recife, do estado de Pernambuco e também em relação à Presidência da República.
Jarbas Vasconcelos assumiu o cargo de senador por Pernambuco no início de 2007 e se colocou no campo da oposição ao Governo Federal. No mesmo ano, se destacou como uma das principais lideranças políticas no senado, inclusive sendo uma das principais vozes a favor da renúncia ou cassação do mandato do presidente do Senado Renan Calheiros, que se envolveu em várias denúncias de corrupção. Mesmo não tendo tido êxito na tentativa de forçar a renúncia ou cassação do presidente, o movimento em prol pelo afastamento de Renan acabou favorecendo positivamente a imagem de Jarbas Vasconcelos na opinião pública nacional.
No início de 2009, aceitou ser entrevistado pela revista Veja e expressou seu desencantamento com o PMDB e os rumos políticos dados pelo Governo do presidente Lula. A entrevista teve grande repercussão política na imprensa nacional, uma vez que o senador acusava seu próprio partido de fazer parte de práticas de corrupção generalizadas com o governo federal. Esse fato político se confirmou no mesmo ano com as denúncias de corrupção envolvendo o presidente do Senado José Sarney, uma das principais lideranças políticas do PMDB e aliado do presidente Lula.
Em 2010, disputou uma nova eleição para o governo de Pernambuco, mas perdeu a eleição ainda no primeiro turno para o governador Eduardo Campos que tentava a reeleição. Na eleição presidencial apoiou o candidato do PSDBJosé Serra, que também perdeu a eleição para a candidata do presidente Lula, Dilma Rousseff.
Em 2012, entretanto, Jarbas reconcilia-se com o governador Eduardo Campos e ajuda a formar a coligação que apoiou o candidato socialista, Geraldo Júlio, à prefeitura de Recife pelo PSB.
Elegeu-se deputado federal no pleito de 2014.
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Francisco Eurico da Silva, conhecido como Pastor Eurico (Presidente Prudente12 de setembro de 1962) é Pastor e Membro da IEADPE (Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco) e políticobrasileiro. É deputado federal por Pernambuco pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS) desde 2016 e Ja foi filiado ao PSB partido pelo qual foi eleito com dois mandatos, em 2010 com 185.870 e em 2014 com 233.762 Votos. Atualmente o Pastor Eurico é vice presidente nacional do PHS.
Ficou conhecido nacionalmente pela afirmação que fez e gerou desconforto para Xuxa no plenário da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

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É formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) com especialização em Direito Tributário pela UFPE, em parceria com a Escola Superior de Administração Fazendária (ESAF). Trabalhou no Banco do Brasil entre os anos de 1982 e 1991.
Em 1991, tornou-se auditor do Tribunal de Contas do Estado, permanecendo até 1993, e presidiu a Associação dos Servidores do TCE. Em 1993, aprovado em concurso público de provas e títulos, Tadeu Alencar tornou-se Procurador da Fazenda Nacional, ocupando a chefia do órgão como procurador Regional da Fazenda Nacional da 5ª Região, com atuação no TRF-5, em novembro de 2000. Atuou como procurador-geral adjunto da Fazenda Nacional entre março de 2003 e maio 2006, em Brasília, durante o primeiro governo Lula.
No ano de 2007, recebeu o convite do eleito governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para integrar seu primeiro Governo, como procurador geral do Estado.[3]
Em 17 de abril de 2016 votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff.

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