Qual é a raiz da Corrupção na política brasileira?

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Começa assim, o eleitor corrupto em tempo de eleição, pega o beneficio ilícito do político municipal, este então, pega do Deputado Estadual, onde o mesmo pode chegar a levar, até ao alcance de alguns políticos corruptos nacionais, empreiteiras e grandes empresas que a lava Jato da sinal, enfim, chegando a alimentar a placa Mãe do comando Federal, gerando um sistema ambicioso, onde vale de tudo; e no final das contas quem fica sempre na pior é o alimentador da cadeia inicial. Pois neste sistema, a placa Mãe, faz de tudo para chegar ao poder e permanecer, resultando para pobre, misturado com eleitor corrupto, o encaminhamento para a lixeira do sofrimento. A bíblia também da sua explicação: Mais os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitos desejos loucos e nocivos, que submergem os homens na perdição e ruína.
Porque o amor ao DINHEIRO é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se transpassaram a si mesmo com muitas dores. (1 Timóteo 6.9,10) Resumo de tudo isso: Mas cada um é tentado, quando atraído e engordado pelo seu próprio desejo. Depois, havendo o desejo concebido, da a luz o pecado e o pecado sendo consumado, gera a morte.( Thiago 1.14,15 ) Nós brasileiros precisamos entender que o problema do país, está na Alma e no espirito de cada brasileiro, que coopera com o erro. No erro da CNH comprada, no sim ao guarda corrupto, no passar em concurso com fraude, na balança enganosa, no gato na energia, na má fé na fila do banco, no voto comprado, corrupção política, religiosa e moral, sem esquecer da ética; e enfim em tudo aquilo que a nossa consciência nos acusar; pois a raiz da corrupção brasileira está no egoísmo descontrolado, que produz o desejo maléfico, dando luz ao pecado e o pecado gera a morte. Morte do respeito internacional, de pessoas nos hospitais, do emprego, da igualdade e de sonhos e o pior, na confiança no politico, que era para ser o solucionador de toda essa má administração e etc.                 ( Edição: Josivan Santos )




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