Josué Moreno fala sobre a (PEC) 287 na Câmara de vereadores de São José do Belmonte

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A reforma da Previdência, que tramita esta semana em uma comissão especial na Câmara dos Deputados sob a forma da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287, vai impor parâmetros mais duros que os praticados em países que inspiraram a medida, segundo o estudo "Previdência: reformar para excluir?", publicado nesta segunda-feira (13).
A avaliação é de que o texto proposto pelo governo de Michel Temer (PMDB) é injusto ao comparar a realidade de um trabalhador rural do nordeste brasileiro à de um trabalhador urbano de países como os da Escandinávia.
"Uma proposta de reforma que se pretenda justa deve considerar a experiência histórica de cada país, seu estágio de desenvolvimento e das condições materiais de vida do seu povo", afirma trecho do documento, que expõe 12 indicadores sobre desigualdade de renda, mercado de trabalho, gênero, expectativa de vida ao nascer, a probabilidade de não se atingir 65 anos.
A reforma da Previdência propõe a idade mínima de 65 anos e tempo mínimo de 49 anos de contribuição para que os brasileiros possam receber integralmente o benefício. 
A referência do texto da PEC é a média de 64,6 anos dos países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No entanto, na prática, a idade para receber o benefício é uma referência, que pode chegar a quase oito anos de antecipação em alguns locais.
O presidente do sindicato dos trabalhadores rurais de São José do Belmonte, Josué Moreno, subiu a tribuna popular da Câmara de vereadores, para pedir o apoio da Casa Vicente de Souza França, na luta contra a PEC da previdência.
Josué Moreno relator que os políticos belmontenses observem quem são os deputados que estão a favor desta lei, que futuramente venham a querer o apoio e voto do povo de São José do Belmonte. Concluindo sua fala fazendo um resumo sobre a (PEC) 287, o que escrevemos a cima.
 

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