Senador propõe reduzir salários do Executivo, Legislativo e Judiciário a R$ 15 mil

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Magno Malta anunciou que apresentará um Projeto de Emenda à Constituição (PEC) para limitar vencimentos de funcionários do Congresso e da Justiça
"15 conto (sic) é muito dinheiro, ninguém vai morrer de fome", afirmou o senador | Foto: Lia de Paula/ Agência Senado
“15 conto (sic) é muito dinheiro, ninguém vai morrer de fome”, afirmou o senador | Foto: Lia de Paula/ Agência Senado
O senador Magno Malta (PR-ES) anunciou, durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, que vai apresentar uma Proposta de Emenda a Constituição (PEC) para reduzir salários dos três poderes. Segundo ele, o Executivo, Judiciário e Legislativo deveriam receber no máximo R$ 15 mil durante no mínimo 20 anos.
Segundo ele, apesar de a PEC 55/241, que estabelece um teto para a dívida pública, ser “necessária” para o Brasil, é preciso que mais sacrifícios sejam feitos, incluindo cortes no salário de funcionários que recebem dos cofres federais. “Governo precisa mandar outra PEC para cá para completar”, defendeu.
“Os três poderes têm que entender que os órgãos desse cidadão chamado Brasil entraram em estado de falência”, afirmou ele. “Não podemos conviver com gente desempregada e o pequeno empresário não pode investir, contratar mais uma pessoa, porque da empresa dele foi subtraído porque tem juiz que ganha R$ 100 mil, tem funcionário do Senado que ganha mais de R$ 60 mil.”
“Ninguém vai morrer de fome não. E olha que quinze conto (sic) é muito dinheiro”, ironizou ele. Em outro vídeo, ele também critica benefícios recebidos por funcionários desses três poderes, como auxílio moradia pago a pessoas que trabalham na mesma cidade em que residem.
Apesar de defender a PEC, sua proposta ainda não consta no portal do Senado Federal. Segundo ele, a matéria será apresentada pessoalmente aos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF). “Se não fizermos esse sacrifício, desse buraco não sairemos”, concluiu.
Veja o vídeo da fala de Magno na CCJfotos:
   

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